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Ministro da Casa Civil, Rui Costa - Foto: Ailton Fernandes | Casa Civil |
Em entrevista para uma pool de rádios do Extremo Sul da Bahia, na manhã desta quarta-feira, 2, o ministro explicou o motivo da paralisação e garantiu que o problema será resolvido já que é uma das prioridades do governo Lula. “Esse trecho inicial de Ilhéus a Caetité está quase 80% pronto. Ele foi feito com uma concessão para a empresa fazer o porto, que foi a BAMIM Mineração, que é um investimento de um grupo do Cazaquistão com capital russo, que neste momento passa por dificuldades por conta da guerra da Rússia. Nós estamos buscando uma solução econômica para esse projeto”, disse Rui.
“Temos um outro trecho que é de Caetité até o Rio São francisco que é uma obra pública feita pelo governo federal que está em andamento e temos a Fiol 3, que vai pegar da região do São Francisco até Goiás para encontrar com a Fico [Ferrovia de Integração Centro-Oeste]. Essa obra está no PAC e estamos tratando com muito carinho. Agora mesmo o presidente Lula vai até a China, em maio, e essa é uma das obras que nós estamos tratando com muita prioridade com investidores chineses e árabes para que tenhamos recurso internacional para concluir essa obra”, afirmou.
O trecho 1 da Fiol foi a primeira obra anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em julho de 2023. O projeto previa 537 quilômetros de extensão, passando por 19 municípios baianos. Na época, a BAMIN previu concluir essa etapa até 2027, mas Lula pediu celeridade nos trabalhos para que a entrega acontecesse em 2026, ano eleitoral. (A Tarde)